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A Tragédia de Inês de Castro

D. Inês de Castro, fidalga galega, veio para Portugal no séquito de D. Constança, mulher do Infante D. Pedro, filho do Rei D. Afonso IV.

Muito rapidamente se apaixonaram, e gerou-se uma forte relação amorosa. Quando D. Constança faleceu, Pedro e Inês assumiram a sua relação, e vieram viver para o Palácio anexo ao Convento de Santa Clara, situado junto ao Rio Mondego e à Quinta das Lágrimas, em Coimbra.

 

 

Nos jardins da Quinta das Lágrimas, em Coimbra, encontram-se diversos locais associados à lenda de Inês de Castro.  Santa Isabel de Aragão, Rainha de Portugal mandou fazer um canal para levar a água de duas nascentes para o Convento de Santa Clara. Ao sítio onde saía a água chamou-se "Fonte dos Amores", por ter presenciado a paixão de D. Pedro, neto da soberana, por Inês de Castro. Esta fonte ainda tem um acesso, por um arco ogival gótico, datado do século XIV.

A outra fonte da quinta é conhecida como "Fonte das Lágrimas", uma vez que a lenda afirma que esta nascera das lágrimas vertidas por Inês, ao ser assassinada. O sangue de Inês terá ficado preso às rochas do leito, ainda rubras após seis séculos e meio...

D. Pedro reagiu com violência à execução da sua amada e mãe de 3 dos seus filhos e iniciou um período de guerra civil contra o Rei, que só terminou devido à intervenção mediadora da Rainha de Portugal, sua Mãe. Quando subiu ao trono, anunciou que tinha casado secretamente com D. Inês, que assim passava a ser Rainha de Portugal; exigindo que todas as classes (clero, nobreza e povo) lhe prestassem homenagem.

Conseguiu que o Rei de Castela lhe entregasse dois dos três fidalgos que tinham aconselhado D. Afonso IV arrancou pessoalmente o coração a ambos, dizendo que homens que haviam matado uma mulher inocente não podiam ter coração.

Outra das suas primeiras medidas foi mandar construir um túmulo majestoso para Inês de Castro. D. Pedro mandou construir os dois esplêndidos túmulos de D. Pedro I e de D. Inês de Castro no Mosteiro de Alcobaça, para onde trasladou o corpo da sua amada Inês, em 1361 ou 1362.

 

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D. Inês de Castro tinha irmãos, os poderosos Castro, fidalgos que começaram a conspirar para convencer D. Pedro a disputar os direitos ao trono de Castela e Leão.

A corte apercebendo-se deste perigo real, começou a pressionar o rei D. Afonso IV para impedir aquelas pretensões. O rei cede às pressões dos seus conselheiros e aproveitando a ausência de D. Pedro, numa excursão de caça, foi com Pêro Coelho, Álvaro Gonçalves, Diogo Lopes Pacheco para executarem Inês de Castro em Santa Clara. D. Inês de Castro foi então assassinada nesse dia.

Esta visita pelos locais de Coimbra, relacionados com a História de Inês de Castro, irá proporcionar-lhe uma experiência inesquecível, que inspirou variadíssimos autores, de obras literárias, em várias línguas, musicais, e mais de 20 óperas, sendo as mais famosas “Ines de Castro” (1798) de Niccolò Antonio Zingarelli e “Ines de Castro” (1835) de Giuseppe Persiani (1799-1869) com base no libretto de Salvatore Cammarano, que foi bastante conhecida no seu tempo.

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Diz a lenda que D. Pedro impôs à sua corte uma cerimónia de coroação, com beija mão à Rainha D. Inês, já morta, e que tornar-se-ia numa das imagens mais vívidas no imaginário popular. Juntar-se-ia a ela em 1367. Os túmulos estão colocados frente a frente. D. Pedro no transepto sul e D. Inês no transepto norte, frente a frente. Os túmulos foram colocados frente a frente para que D. Pedro e D. Inês «possam olhar-se nos olhos quando despertarem no dia do juízo final».

A transladação fez-se num cortejo fúnebre que ficaria na memória das populações.

Há muito mais para ver. Venha conhecer.

Contaremos esta história enquanto conhecemos a fonte das lágrimas,  a fonte dos amores da Quinta das Lágrimas e o percurso exterior do Mosteiro de Santa Clara a Velha. Com transporte exclusivo e guia privativo, em português, espanhol e inglês.

(Duração estimada do Tour: 3 horas)